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Título: Condition Hüman

Ano de Lançamento: 2015

Gêneros: Progressive Metal, Heavy Metal

1. Arrow of Time: a primeira faixa é uma música tradicional de Heavy Metal com uma boa performance vocal de Todd La Torre e um riff bem feito. O refrão não é muito carismático mas também não chega a ser desagradável. Nota: 3.5/5

2. Guardian: excelente trabalho de bateria desde o início da faixa, que é praticamente movida pelo instrumento. Os riffs são velozes e pesados e o vocal de La Torre está potente e bem feito. Nota: 4/5

3. Hellfire: uma faixa com uma abordagem mais comercial, semelhante a do disco Empire (1990), é marcada por uma performance vocal estelar de Todd La Torre e andamento constante e bem conduzido pela banda. Nota: 4.5/5

4. Toxic Remedy: uma faixa um pouco mais complexa que as anteriores, é focada em riffs, deixando o vocal de La Torre em segundo plano, é uma apenas uma música Ok. Sem muitos chamariscos. Nota: 3/5

5. Selfish Lives: parecida com a sonoridade do disco Rage for Order (1986), é uma faixa cadenciada e muito progressivo com uma excelente letra e um refrão marcante. Nota: 4/5

6: Eye9: extremamente complexa e experimental, “Eye9” é uma faixa que se assemelha a banda Tool em seu instrumental e demonstra a versatilidade vocal de Todd La Torre em um refrão vibrante e cativante. Nota: 4.5/5

7. Bulletproof: lembrando o clima das baladas pesadas do disco The Warning (1984), “Bulletproof” seria o maior destaque do disco se o refrão não fosse um auto-plágio da era Promised Land (1994), mas mesmo assim, é uma ótima faixa.. Nota: 4/5

8. Hourglass: a faixa mais pesada do disco, quase nada progressiva, tem uma melodia meio estranha nos versos que eu não sei bem se me agrada, mas do instrumental eu tenho certeza que não gosto. Nota: 2.5/5

9. Just Us: a balada do disco é cantada com maestria e lembra em momentos a banda Porcupine Tree. O bridge e o refrão são bastante cativantes enquanto os versos apesar de ótimos não saem da zona de conforto da banda. Nota: 4.5/5

10. All There Was: uma faixa de Heavy Metal tradicional em meio a tantas progressivas seria surpreendente se não viesse de Queensrÿche que sempre faz essas misturas malucas. O instrumental é simples, a letra é legal e o vocal é certeiro e sem exageros. Nota: 3.5/5

11. The Aftermath: abertura atmosférica para o longo épico final do disco. Nota: 4/5

12. Condition Hüman: a faixa mais próxima do Operation: Mindcrime (1988) encontrada no disco tem versos excelentes, um puta refrão e instrumental muito competente. Nota: 5/5

Conclusão: o Queensrÿche está de volta com mais um ótimo disco com muita progressividade, vocal operático, bateria com muita técnica e linhas de baixo marcantes. Esse é o melhor disco da banda desde Promised Land (1994).

Destaques: “Hellfire”, “Eye9”, “Just Us” e “Condition Hüman”.

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