Kamelot - Haven (2015)

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Título: Haven

Ano de Lançamento: 2015

Gêneros: Progressive Metal, Power Metal, Heavy Metal

1. Fallen Star: começando subitamente, a faixa tem uma entrada leve com uma excelente performance vocal de Tommy Karevik, que logo abre espaço pra um Progressive Metal vigoroso e épico com ótimos versos, bela letra, instrumental competente, bridge bem legal e refrão emocional. Nota: 4/5

2. Insomnia: uma faixa de Power Metal com influências Neo-Clássicas tem uma curta introdução que rapidamente e quebrada por um riff pesado e o excelente vocal de Karevik, com versos calmos, letra bonita e refrão mediano. Nota: 3.5/5

3. Citizen Zero: com uma entrada um tanto soturna, “Citizen Zero” é uma música do mais puro Progressive Metal, com instrumental pesado e vocal melancólico e um refrão poderoso. A letra é apenas aceitável, mas eu não vou reclamar porque o pacote completo agrada muito. Nota: 3.5/5

4. Veil of Elysium: uma poderosa faixa de Progressive Metal com instrumental excepcional, ótima performance vocal, letra incrível, ótimo trabalho de bateria, versos com grande senso melódico e refrão forte e viciante. Nota: 4.5/5

5. Under Grey Skies: a primeira balada do disco tem um belo dueto de vocal feminino e masculino, com uma letra profunda, excelente melodia vocal nos versos e um refrão emocional e forte. Nota: 4.5/5

6. My Therapy: uma música de Power Metal com versos muito melódicos, refrão ótimo, uma letra decente e um excelente instrumental. Perde meio ponto pela letra abaixo do restante da música. Nota: 4/5

7. Ecclesia: abertura sombria pra oitava faixa do disco. Funciona bem. Nota: 3.5/5

8. End of Innocence: uma épica faixa de Progressive Metal com excelente performance vocal, letra espetacular, melodia incrível e um refrão impecável que resume muito bem o objetivo da faixa. A melhor até agora – resenha ao vivo. Nota: 5/5

9. Beautiful Apocalypse: instrumental competente + versos ruins + letra decente + refrão poderoso = uma das faixas mais emblemáticas do trabalho que tem o meu amo re o meu ódio. Vou dar uma nota Ok pra ficar balanceado. Nota: 3/5

10. Liar Liar (Wasteland Monarchy): após uma entrada meio longa de puro Power Metal começa uma faixa pesada e melancólica com bom instrumental, boa letra e boa performance vocal. O bridge é um show a parte sendo o mais forte do disco e o refrão é único e magistral. Nota: 4/5

11. Here’s to the Fall: a segunda balada do disco é melancólica e soturna, com uma base de piano e teclado com excelente trabalho vocal e um refrão sensível e emocional. Nota: 3.5/5

12. Revolution: a faixa que começa melhor no disco logo cai para uma melodia repetitiva e que remete a bandas não muito boas, a performance vocal é a pior de todo e os versos são fracos mas a melodia é bonita e o refrão intenso. Uma faixa morna. Nota: 3/5

13. Haven: um instrumental épico e com belos coros finaliza o disco. Nota: 3.5/5

Conclusão: em seu melhor disco desde The Black Halo (2005) o Kamelot não faz feio com um álbum memorável, cheio de belas passagens, vocais potentes, refrões inesquecíveis, instrumentais inspirados e um clima épico que paira por quase todas as músicas.

Destaques: “Fallen Star”, “Veil of Elysium”, “Under Grey Skies”, “End of Innocence” e “Liar Liar (Wasteland Mornarchy)”.

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