Michael Kiske & Amanda Somerville - City Of Heroes (2015)

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Título: City of Heroes

Ano de Lançamento: 2015

Gêneros: Hard Rock, Heavy Metal, Power Metal

1. City of Heroes: começando com uma animada faixa de Power Metal, a ótima performance vocal de ambos chama a atenção em versos bem feitos e um refrão carismático. Nota: 4/5

2. Walk On Water: a primeira balada do disco tem uma boa letra, versos legais, um excelente bridge e um refrão bom. Nota: 3.5/5

3. Rising Up: a primeira faixa de Hard Rock do disco tem um ritmo empolgante, boa performance de ambos os vocalistas e um refrão muito cativante que conta com uma ótima letra. Nota: 4/5

4. Salvation: a primeira música de Heavy Metal do disco tem uma excelente performance vocal de Kiske, uma decente de Somerville, versos pomposos, letra mediana e refrão fraco. Nota: 3/5

5. Lights Out: a faixa mais fraca do disco até o momento tem uma letra ruim, uma performance fraca de Kiske, uma performance boa de Sommerville, versos com boa melodia e refrão bem ruim. Nota: 2.5/5

6. Breaking Neptune: mais uma música mediana, tem um bom instrumental e versos legais, mas uma letra muito ruim e um refrão nada cativante. Nota: 2.5/5

7. Ocean of Tears: dominada pela voz de Somerville a segunda balada é uma bela música com muita delicadeza, um refrão bem feito e uma letra profunda. Nota: 3.5/5

8. Open Your Eyes: mais uma faixa de Power Metal, “Open Your Eyes” tem como grandes atrativos seus riffs, versos e refrão parecidos com o trabalho de ambos no Avantasia feitos com maestria e uma ótima letra. A melhor música até então. Nota: 4.5/5

9. Last Goodbye: o Hard Rock de “Last Goodbye” tem versos desinteressantes, bons riffs, letra decente e refrão mediano. Nota:  3/5

10. After the Night Is Over: a terceira balada do disco é uma música com uso abundante de violão e uma boa performance vocal de ambas as partes, mas melodia sem graça e refrão clichê com uma letra mediana. Nota: 2.5/5

11. Run with a Dream: apesar de contar com versos cativantes, a música peca no refrão e na letra. O instrumental é decente. Nota: 2/5

12. Right Now: o que fazemos quando misturamos o melhor refrão do disco com os piores versos? Isso mesmo. Uma faixa mediana. Nota: 2.5/5

Conclusão: instável e menos inspirado que o debut da dupla, City of Heroes é uma das decepções que tive esse ano. Um disco mediano que tenta se apoiar em performances vocais pra esconder a falta de criatividade para composições.

Destaques: “City of Heroes”, “Rising Up” e “Open Your Eyes”.

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