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Título: Prometheus, Symphonia Ignis Divinus

Ano de Lançamento: 2015

Gêneros: Power Metal, Progressive Metal, Heavy Metal

1. Nova Genesis (Ad Splendorem Angeli Triumphantis): a épica faixa de abertura do disco tem excelentes vocalizações de fundo, uma passagem falada e outra de coros e um instrumental orquestrado épico. Nota: 4/5

2. Il Signo Nero: a primeira faixa de Power Metal do disco, é épica, cheia de coros e cantada em Italiano com um excelente instrumental, ótimos versos, excelente melodia e um refrão marcante. Nota: 4.5/5

3. Rosenkreuz (The Rose And The Cross): uma faixa bem ao estilo dos primeiros discos do Rhapsody, é épica, orquestrada, cantada de forma impecável, com versos cativantes, ótima letra e um excelente refrão. Nota: 4.5/5

4. Anahata: a primeira faixa de Progressive Metal do disco decepciona, sendo carregada nas costas por uma excelente vocal e refrão incrível mas com letra mal escrita e versos medianos. Nota: 3.5/5

5. Il Tempo Degli Dei: a primeira balada do disco também é cantada em Italiano e tem instrumental decente, um bom refrão e uma boa performance vocal. Nota: 3/5

6. One Ring to Rule Them All: novamente remetendo aos primeiros discos do Rhapsody, é uma música muito épica e bem cantada, com uma boa letra e um instrumental decente. Nota: 3.5/5

7. Notturno: a segunda balada do disco, cantada em italiano, mostra sensibilidade e doçura. Nota: 3/5

8. Prometheus: a faixa mais épica do disco, que também da o nome a ele tem um ótimo orquestramento, boa letra, excelente performance vocal e refrão bem legal. Nota: 3.5/5

9. King Solomon And The 72 Names Of God: começando atmosférica, é uma faixa épica orquestrada com bons versos e refrão decente, mas letra pobre e melodia meio duvidosa no refrão. Nota: 3/5

10. Yggdrasil: a última música de Progressive Metal do disco, também é orquestrada como todo o resto do disco e tem boa letra, versos cativantes e um ótimo refrão além de um instrumental impecável. Nota: 4/5

11. Of Michael The Archangel And Lucifer’s Fall Part Ii: Codex Nemesis: a faixa mais longa do disco com mais de 18 minutos tem excelente instrumental mas é muito exagerada e peca por seus excessos e se torna cansativa. Facilmente a pior faixa do disco. Nota: 3.5/5

Conclusão: o Rhapsody de Turilli vem forte com um disco épico e cheio de grandes momentos, mas um pouco exagerado demais.

Destaques: “Il Cigno Nero”, “Rosenkreuz (The Rose And The Cross)” e “Yggdrasil”.

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