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Título: Reckoning Night

Ano de Lançamento: 2004

Gêneros: Power Metal, Progressive Metal, Speed Metal

1. Misplaced: começando direto e mostrando ao que veio, Reckoning Night começa com a ótima “Misplaced”, uma faixa parecida com a proposta da banda em Silence (2001), tem versos marcantes, letra que beira a excelência, ótimo instrumental, cheio de quebras, e refrão memorável. Nota: 4/5

2. Blinded No More: uma música de Heavy Metal com ótimos riffs e excelente letra mas foco nas belas melodias vocais de Tony Kakko que com uma performance majestosa brilha tanto nos versos quanto no carismático refrão. É uma faixa que beira a perfeição e está entre as melhores do catálogo da banda. Nota: 5/5

3. Ain’t Your Fairytale: outra música direta, tem excelentes versos com uma letra inspirada, ótimo instrumental, é melodicamente forte e tem um refrão que esbanja poder. Nota: 4.5/5

4. Reckoning Day, Reckoning Night: “Reckoning Day, Reckoning Night” é uma entrada orquestrada e atmosférica que abre espaço para a música de trabalho da banda. Nota: 4/5

5. Don’t Say a Word: uma vigorosa faixa de Power Metal com ritmo animado, letra divertida, refrão memorável e instrumental extremamente competente, cheio de quebras de ritmo e técnica. É minha faixa favorita de toda a discografia da banda. Nota: 5/5

6. The Boy Who Wanted To Be A Real Puppet: uma música com entrada orquestrada que logo se torna em um Progressive Metal técnico e divertido com grande influência do disco anterior, Winterheart’s Guild (2003). As letras são bem escritas e casam com a proposta da música perfeitamente e o refrão é cativante e agradável. Nota: 4.5/5

7. My Selene: outra faixa muito marcante do disco, tem instrumental exemplar e progressivo, excelentes quebras de ritmo, versos doces e bem escritos com uma ótima letra e um refrão memorável. Nota: 5/5

8. Wildfire: mais uma entrada orquestrada, dessa vez com um breve monologo, é uma música vigorosa, extremamente pesada e veloz, com versos complexos e uma excelente performance vocal de Tony Kakko que aqui aposta na agressividade. A faixa também conta com um bridge carismático e um refrão gritado e muito original dentro da discografia da banda. Nota: 5/5

9. White Pearl, Black Oceans…: a música mais longa do disco tem uma entrada inspiradora, instrumental competente, vocal doce, letra bonita em versos bem construídos e um refrão que abre uma faceta mais forte e melódica da música. Chega perto de não estar entre os destaques do trabalho mas felizmente não consegue tal proeza. Nota: 4.5/5

10. Shamandalia: uma bela balada pra acalmar os ânimos e fechar o disco, é uma música muito doce em sua essência, com bons versos, ótima letra e refrão carismático além de um instrumental simplista mas bem feito. Nota: 4/5

Conclusão: o melhor disco do Sonata Arctica é um exemplo de como se fazer Power Metal calcado no Progressive Metal com muita complexidade, lindas melodias, versos atraentes, refrões vigorosos e excelentes performances vocais.

Destaques: “Blinded No More”, “Ain’t Your Fairytale”, “Don’t Say a Word”, “My Selene”, “Wildfire” e “White Pearl, Black Oceans…”.

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