Após uma longa sequência de discos sem inspiração o Metallica chega a sua redenção em 2008 com Death Magnetic, um disco diverso e que passa por todas as formas de fazer música que a banda já utilizou transitando com leveza entre essas nuances sem chegar a um nível muito abaixo do esperado de uma banda que obteve tamanho sucesso e aclamação dentre os anos 1983-1991.

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Título: Death Magnetic

Ano de Lançamento: 2008

Gêneros: Heavy Metal, Thrash Metal

Com seu elo mais fraco representado pela faixa de Thrash Metal “That Was Just Your Life”, a obscura balada “The Day That Never Comes”, a desnecessária terceira parte de “The Unforgiven” chamada “The Unforgiven III”, a decente música “The Judas Kiss” e o famigerado solo que não leva a lugar algum “Suicide & Redemption” o Metallica de certa forma decepciona, mesmo com boas faixas, por apresentar mais do mesmo e não demonstrar criatividade, mas graças a Dio existe o lado bom do disco, e esse, meu amigo, faz bonito.

Encabeçado pela agressiva música de excelente letra “Broken, Beat & Scarred” e pesada e divertida faixa de Thrash Metal “All Nightmare Long”, a parte boa do disco também conta com a arrasa quarteirões, cheia de riffs inspirados e com peso latente “The End of the Line” que remete aos melhores momentos de Metallica (1991), o maior sucesso do álbum com intensidade elevada as alturas “Cyanide” e a veloz e brutal “My Apocalipse”, triunfa em cativar com músicas ríspidas e marcantes.

Enquanto os fãs do Metallica se preocupavam em criticar Load (1996), Reload (1997) St. Anger (2003), a banda se focava em estúdio para criar algo aceitável e que fosse agradar os exigentes fãs de banda de Heavy Metal mais comercial e popular do mundo, e esse foco trouxe bons frutos em um disco sólido.

Destaques: “The End of the Line”, “Broken, Beat & Scarred”, “All Nightmare Long”, “Cyanide” e “My Apocalypse”.

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