O segundo disco de estúdio do Deep Purple com Ian Gillan nos vocais é mais ambicioso que In Rock (1970), com uma abordagem mais focada no Heavy Metal, instrumental superior e o repetimento das incríveis performances vocais de Ian Gillan. Veja a resenha a seguir.

fireball

5

Título: Fireball

Ano de Lançamento: 1971

Gêneros: Heavy Metal, Hard Rock, Prog. Rock

O disco começa com a energética e veloz faixa de Heavy Metal “Fireball” que é uma das maiores inspirações para a criação do Thrash Metal mais de 10 anos depois. Ela é seguida pela divertida e descompromissada “No, No, No” com uma letra infame e um excelente solo, abrindo para uma das melhores faixas do disco, chamada “Demon’s Eye”, que é seguida pela menos inspirada mas ainda ótima “Anyone’s Daughter” e a destruidora “The Mule” com um dos melhores trabalhos de bateria na história da música e grandes influências de Rock Psicodélico e o longo Hard Rock de “Fools”, finalizando com a pior faixa do álbum, um Heavy Metal cadenciado chamado “No One Came”.

A criatividade do Deep Purple a este ponto estava em seu topo e este excelente disco é a “prova morta” disso, com seu instrumental extravagante, fortes performances vocais, solos dinâmicos e variados e sonoridade de forma geral reta e sem a experimentação que atingiria o futuro da banda e atingiu o seu começo.

Destaques: “Fireball”, “No, No, No”, “Demon’s Eye” e “The Mule”.

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