O Bebê de Rosemary é um dos maiores clássicos do Horror sessentista e a obra prima do diretor Roman Polanski. Um filme tenso, profundo e perfeccionista que mostra os horrores de uma mulher vítima de um culto satânico.

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Título: Rosemary’s Baby (O Bebê de Rosemary)

Ano de Lançamento: 1968

Gêneros: Suspense, Horror

Rosemary é casada com Guy, um ator em ascensão que ganha um papel para um filme onde ele era apenas o substituto porque o ator original misteriosamente acaba ficando cego da noite pro dia. Pessoas próximas a Rosemary começam a sofrer terríveis destinos e um casal estranho de vizinhos faz desconfortáveis visitas a sua casa. Mal sabia ela que estava se formando uma conspiração contra ela, que queria um filho, para que membros de um culto satânico fizessem com que ela tivesse um filho do próprio Satã.

O filme é cheio de cenas tensas e tem um clima muito sombrio em toda a sua segunda metade, onde nos chegamos a questionar se Rosemary está mesmo certa em suas convicções ou é tudo coisa da cabeça dela, mas com o andar da carruagem tudo fica muito claro e o que parecia ser um filme de Suspense se torna um Horror de alta classe e fortíssimo impacto moral em seu roteiro.

Ele é até hoje a melhor obra de Roman Polanski e seu macabro final entrou para a história dos filmes de Horror como uma de suas peças mais influentes, sendo o ponto de partida teórico de 90% das produções sobre o Diabo que vieram a seguir.

Melhor Cena: o culto satânico que encerra a primeira metade do filme.

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