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Título: Master of Reality

Ano de Lançamento: 1971

Gêneros: Doom Metal, Heavy Metal

Tracklist:

  1. Sweet Leaf
  2. After Forever
  3. Embryo
  4. Children of the Grave
  5. Orchild
  6. Lord of This World
  7. Into the Void
  8. Solitude

Com uma das capas mais icônicas da história do Heavy Metal, Master of Reality também traz alguns dos riffs mais icônicos da história do estilo em um álbum que é o xodó dos guitarristas de todo o mundo por sua pegada pesada e cheia de groove, inventando sem a intenção o Doom Metal por seu instrumental carregado e sombrio, que apresenta muita melancolia e é acompanhado a risca pelo hábil baixo de Geezer Butler e os agudos vocais de Ozzy Osbourne, coisa que fica clara nas faixas “Sweet Leaf”, “Lord of This World”, e “Into the Void”, sendo essa última uma das 5 melhores músicas da carreira da banda na minha humilde opinião. Outra faceta do disco que também é interessante é a de músicas mais sóbrias e melódicas como “After Forever” e “Solitude”, além de também terem sido pioneiros do Thrash Metal com o alucinante riff de “Children of the Grave”, que marcou todo um movimento que estava a surgir na época. Esse é de longe o melhor trabalho da carreira do Black Sabbath por sua inerente inventividade e merece reverência dentro de seu estilo por ser o pioneiro de dois gêneros que viriam a fazer enorme sucesso no futuro, além de clássicos e mais clássicos sendo incluídos à discografia da banda, deixando um gostinho de quero mais que nunca deixou de existir e só veio a ser atendido com 13 (2013), o último disco lançado pela banda e trabalho que mais se aproxima em sonoridade desta obra prima absoluta não só do Heavy Metal, mas de todos os gêneros do Rock, e antes que eu me esqueça, como não amar o instrumental “Orchild”? Impossível. Pra quem está começando a se interessar por Heavy Metal hoje, esse disco é uma acessível forma de ser introduzido a esse mundo de melodias marcantes, e sua ousadia pode surpreende até hoje, mesmo optando por um caminho lírico menos sombrio que em seu debut.

Destaques: “Children of the Grave”, “Into the Void” e “Solitude”.

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