Sinopse: Molly Hartley (Sarah Lind) cresceu, e o demônio profano dentro dela mostra toda a sua força nesta nova sequência que leva o terror ao próximo nível! Seis anos depois de se formar no colegial – e descobrir que um pacto secreto entregou a sua alma ao diabo – Molly passa a ser suspeita de assassinato e acaba confinada em um hospital psiquiátrico, onde ela causa estragos sobrenaturais nos funcionários e pacientes. Sua única esperança é ser exorcizada por um padre excomungado, (Devon Sawa), que busca redenção ao salvar a vida da garota antes que sua “transformação” hedionda esteja completa… Mas o espírito maligno residente no corpo de Molly tem outros planos.

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Título: O Exorcismo de Molly Hartley (The Exorcism of Molly Hartley)

Direção: Steven R. Monroe

Ano de Lançamento: 2015

Gênero: Terror, Mistério

O Exorcismo de Molly Hartley é um longa pouco realista e pouco convincente sobre possessão demoníaca e satanismo. As atuações não são grande coisa, o ritmo do filme é lento e maçante, e apenas o fim do filme é realmente interessante. Molly é uma menina atormentada por um demônio desde os seus 18 anos e nesse filme acompanhamos o seu sofrimento enquanto cativa do espirito maligno. O filme tem uma edição de imagem muito ruim, uma edição de som boa, uma fotografia decente e uma trilha sonora praticamente insignificante, e os pecados dos aspectos técnicos são imperdoáveis, mas se pelo menos os aspectos artísticos do filme fizessem jus a uma história que poderia ser mais complexa, não teríamos um filme falho e que aparenta ser vago e superficial. O exorcismo, que é o que importa, é longo demais e raso demais copiando vários dos elementos do clássico O Exorcista (1973), inclusive a cena de vômito e a cena de levitação. O filme tem uma boa premissa mas o mal uso dela lhe custa uma nota boa.

Melhor Cena: o diabo sai de Molly.

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