Sinopse: Em Tóquio uma casa comum oculta o pavor que nela há, pois quando alguém morre em um momento de terror nasce uma maldição, que não perdoa nem esquece e faz as pessoas morrerem vitimadas por uma poderosa ira. Neste contexto surge a estudante americana Karen Davis, que, desconhecendo a maldição, está no Japão em um intercâmbio cultural. Karen, é voluntária do Centro Social de Apoio, pois isto conta crédito para sua formatura na faculdade. Ela inocentemente concorda em substituir uma assistente social que não foi trabalhar, sem saber que ela na verdade foi vítima da maldição. Karen, vai até a casa amaldiçoada para cuidar de Emma Williams, que tem uma letargia grave associada a leve demência, o que a faz ficar dormindo quase todo o dia. Ao chegar vê Emma, em um estado catatônico, enquanto o resto da casa parece estar abandonado e desordenado. Enquanto cuidava de Emma, Karen, ouve estranhos sons na parte de cima da casa. Ao investigar ela se defronta com algo tão apavorante que seria incapaz de imaginar, pois dentro da casa há uma sucessão de fatos apavorantes que são o resultado de algo terrivelmente maléfico, que surgiu de forma horrenda anos atrás. Como mais pessoas morrem, Karen, é envolvida no ciclo de horror e aprende o segredo da maldição vingativa, que criou raízes nesta casa. Agora ela tenta parar isto antes que seja muito tarde, mas por mais que ela aprenda sobre a maldição e suas origens a força maléfica que Karen, enfrenta é algo que ela ainda não dimensionou.

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Título: O Grito (The Grudge)

Direção: Takashi Shimizu

Ano de Lançamento: 2004

Gênero: Mistério, Horror

O Grito, reboot de um filme japonês chamado Ju-On, de 2003, conta com uma narrativa interessante, onde o clima sombrio é constante e o mistério ronda seu roteiro, que envolve figuras fantasmagóricas perseguindo pessoas que tem uma ligação com uma casa onde houveram assassinatos no passado. O longa é um pouco complexo e tem grande diversidade de personagens, uns carismáticos, outros nem tanto, mas cumpre seu papel de assustar. O personagem de Sarah Michelle Gellar ganha destaque durante todo o longa e é quem mais sofre nas mãos dos espíritos malignos e aquele ruidinho rouco que a mulher fantasma faz é de arrepiar. O filme não foi tão bem recebido por não atualizar em nada o original, apenas sendo uma nova versão americana de um sucesso japonês do mesmo diretor, mas eu, particularmente, prefiro esse reboot em relação ao original. A fotografia é ideal, os efeitos especiais são bons, a edição de imagem e som são ambas boas e a direção caprichada, e o filme consegue passar bem a sua mensagem dos males que uma obsessão pode trazer. Recomendado.

Melhor Cena: Karen encontra a mulher fantasma pela primeira vez.

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