Sinopse: Bruce Banner (Eric Bana) é um cientista que teve problemas em sua infância: ele foi adotado e passou por uma experiência traumática após a morte de seus pais, a qual não lembra de forma alguma. Juntamente com ele trabalha Betty Ross (Jennifer Connelly), sua grande paixão. Ambos trabalham em um projeto que envolve a reconstituição de tecidos através da radiação gama, um projeto o qual o Exército está bastante interessado. Ao consertar o gammasphere, aparelho usado para aplicar a radiação gama em animais, um dos cientistas do projeto o aciona acidentalmente. Em uma tentativa desesperada de salvar o amigo, Banner se atira defronte o gammasphere e absorve a radiação gama lançada. Inexplicavelmente o acidente não o mata, fazendo com que permaneça durante algum tempo no hospital sob observação. É quando a reaparição de seu pai biológico, o qual considerava morto, revela segredos sobre o passado de Bruce Banner o qual nem ele mesmo conhecia, ao mesmo tempo em que precisa lidar com estranhas modificações em seu corpo a cada vez que fica com raiva.

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Título: Hulk

Características: Infantil, Caricato, Bobo, Fantasioso, Previsível, Violento, Dramático, Emocional

Direção: Ang Lee

Ano de Lançamento: 2003

Gênero: Ação

Com efeitos caricatos e uma performance não muito forte do protagonista surpreendem negativamente em um filme que tinha tudo pra dar certo. Não que Hulk seja um filme ruim, mas até Shrek é mais realista que ele. A aparência do Hulk é verde claro demais e completamente sem vida própria, prejudicando o andamento de todo o longa seriamente ao apresentar um trabalho que parece ter sido feito as pressas. O filme ainda é muito infantil e completamente direcionado às crianças, por mais que seja moderadamente violento. O grande trunfo do filme é sua carga dramática e seu peso emocional, que realmente tem impacto no telespectador e consegue se colocar no lugar de Hulk, mas o encanto se quebra quando vemos Hulk pulando a 100 metros de altura e correndo iguals ao Flash. É uma ideia absurda que alguém tão grande e forte quando Hulk tenha a agilidade pra pular feito o Tigrão. É ridículo de ver, dói os olhos. A questão é que por ser direcionado a crianças, os produtores não se importaram tanto com aspectos técnicos, então a direção de arte ficou uma porcaria e estragou um filme de roteiro complexo e emocionalmente forte. É uma pena que isso tenha acontecido, e ele foi lançado justamente durante a época da queda de qualidade em todos os filmes da Marvel por um bloqueio criativo em massa e o resultado acabou sendo muito fantasioso e bobo. A qualidade do filme é questionável, mas para os fãs do grandão verde, vale a pena ver pra matar a curiosidade. Mas saiba que você não estará vendo um filme de super-heróis, mas sim um filme sobre sobrevivência, onde em nenhum momento Hulk é o mocinho.

Melhor Cena: a primeira transformação.

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