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Título: This Is What the Truth Feels Like

Características: Desanimador, Repetitivo, Chato, Bem Cantado, Moderno

Ano de Lançamento: 2016

Gêneros: Pop, Ska

Tracklist:

  1. Misery
  2. You’re My Favorite
  3. Where Would I Be?
  4. Make Me Love You
  5. Truth
  6. Used to Love You
  7. Send Me a Picture
  8. Red Flag
  9. Asking 4 It
  10. Naughty
  11. Me Without You
  12. Rare

Após uma década do lançamento de seu último trabalho de estúdio, Gwen Stefani volta as prateleiras sem muito impacto com um disco que não chega a lugar algum e está mais pra lá do que pra cá. This Is What the Truth Feels Like é um disco repetitivo, e com muitas músicas similares umas às outras, e esse fator foi bastante decepcionante. Ela continua cantando com a suavidade de um anjo e o trabalho tem boas batidas e instrumentais bem construídos, mas não se destaca na breve discografia da quarentona mais bonita do mundo.”You’re My Favorite” é uma música bem característica da sonoridade usada por Stefani em seus trabalhos, e cativa. “Where Would I Be?” é a melhor música do trabalho, com uma excelente letra, uma levada divertida e um refrão muito carismático em ritmo de puro Ska. “Truth” é uma música estilosa e que mostra a que veio rapidamente, com uma sonoridade agradável e suave, cantada a pé de ouvido, onde Stefani triunfa na composição. “Used to Love You” é uma música marcante, com uma boa performance vocal, uma performance dramática e uma temática que já foi vivida por todos, sendo uma música fácil de se identificar, já “Me Without You” é o completo oposto e mostra auto-confiança em sua robusta letra, cantada excepcionalmente por Gwen Stefani. O disco fecha com a interessante “Rare”, uma música de Pop Rock que lembra a sua época de No Doubt, com mais uma boa letra e um refrão chamativo e chiclete. É o tipo de faixa que funciona muito bem ao vivo. Como complemento digo que esse não era o trabalho que eu esperava e eu fiquei tanto quanto decepcionado, pela alta quantidade de músicas insignificantes e sem graça, apesar de sua bem vinda modernidade.

Destaques: “Where Would I Be?”, “Used to Love You” e “Rare”.

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