Sinopse: No dia de seu casamento, a Noiva (Uma Thurman), uma perigosa assassina profissional, é espancada pelos membros do grupo de extermínio de que fazia parte. Bill, o chefe do grupo, atira em sua cabeça, o que a coloca em coma por quatro anos. Ao despertar, ela tem único desejo: vingança.

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Título: Kill Bill – Volume 1

Características: Inovador, Exagerado, Violento, Cativante, Caricato, Forte, Impactante, Violento

Direção: Quentin Tarantino

Ano de Lançamento: 2003

Gêneros: Ação, Drama

O primeiro dos dois filmes da saga Kill Bill mostra a noiva se recuperando da tentativa de assassinato e se tornando uma mestre em artes marciais e habilidosa usadora de espadas da maneira mais exagerada possível. Além de Uma Thurman há outras estrelas no filme, como Lucy Liu e Vivica A. Fox, as duas vilãs do longa. Nessa primeira parte, de pouco menos de duas horas de duração, vemos a noiva em seu ato mais violento literalmente destroçando os inimigos que vê pela sua frente sem o menor pudor em cenas caricatas, positivamente falando, que parecem ter vindo de um mangá oriental pelo exagero no uso de sangue falso e a violência extrema. O filme que apesar de ter apenas 13 anos de idade já ganhou status de clássico e isso é totalmente compreensível e merecido. Um dos trabalhos menos inspirados de Tarantino, a primeira parte da saga ainda é um excelente filme graças ao alto nível do diretor que se encarrega das filmagens. A violência explicita agrada demais mas não é pra estômagos fracos. A batalha contra a gangue que controla a cidade e serve de guarda costas pro personagem de Lucy Liu, os Loucos 88, é uma das cenas mais icônicas da história do cinema e a batalha final entrou pra história, com um desfecho alucinante, que provavelmente agradará à todos que verem o longa. Uma Thurman está no segundo melhor papel de sua carreira, perdendo apenas para a viciada de Pulp Fiction (1994), que diz um esboço da época sobre a realização de um filme mostrando que de fato os filmes de Tarantino se passam no mesmo mundo e estão interligados, dentre tantas outras alusões à isso em outros filmes. A fotografia é linda, os efeitos especiais são magníficos, a trilha sonora é ótima, a edição de imagem uma das melhores de todos os tempos, a edição de som não sai perdendo, e quanto a direção de arte é uma das 10 melhores que já vi. Quem já assistiu, vai ter vontade de ver de novo um dia, e quem nunca viu, não sabe o que está perdendo.

Melhor Cena: a luta contra os Loucos 88.

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