Não recomendado para menores de 16 anos.

Sinopse: Quando Allyson Simon se divorcia do seu marido Jonathan e se muda com sua filha de nove anos para uma antiga casa no subúrbio, ela descobre que seu corretor nunca lhe contou a verdade: cinco anos atrás uma família fora assassinada no local. Ao mesmo tempo em que Allyson tem consciência do ocorrido, sua filha descobre uma boneca pela qual fica obcecada, se tornando irreconhecível para seus pais.

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3 estrelas

Gêneros: Suspense e Terror.
Dirigido por Alexander Yellen.
Protagonizado por Jaime Pressly, Tobin Bell e Kylie Rogers.

O filme começa com dois policiais investigando uma casa onde ocorreu uma chacine, e logo também são assassinados pelo filho mais  novo da família, que tem uma estranha ligação com uma boneca antiga e feia. Assim que Claire e sua mãe compram a casa, Claire encontra a boneca embaixo do assoalho da casa, e se torna obcecada por ela, deixando dúvidas quanto a sua sanidade e mostrando sinais de psicopatia.

A obra se desenvolve bem e é cheia de mistérios, com assassinatos ocorrendo com qualquer pessoa que afronta a menina, fala mal da boneca ou tenta se livrar da boneca aparece morta, e com o Suspense encorpando e ganhando tensão com o passar do tempo, e na altura dos 50 minutos já se tornou uma experiência agoniante, apesar de repetitiva e nada original (vide Annabelle (2014) Brinquedo Assassino (1988), mas interessante dentro de suas próprias virtudes.

Apesar da criatividade não ser uma das características do filme, ele se mostra capaz de surpreender em certos momentos, apesar de contar com um roteiro que todos sabem de início como vai terminar. Felizmente, ele conta com uma ótima atuação de Jaime Pressly que contribui para a tensão constante com destreza em atuação. Os gritos da atriz mirim (Kylie Rogers) são irritantes e disso eu não gostei, mas é suportável tendo em vista que eles não ocorrem a todo momento.

Por fim, mas não menos importante, a maquiagem está entre razoável e bem feita e os efeitos especiais são decentes, mas nada que tire o filme de um morno “bom”, com muito espaço pra melhora e tendendo a não agradar o grande público pela confusão em que se encontra a sua história. Recomendo com ressalvas, apenas para quem gosta de filmes com objetos que tem relação com o oculto.

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Melhor Cena: A voz de Claire muda.
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