Não recomendado para menores de 14 anos.

Sinopse: A tenente Ripley (Sigourney Weaver) se matou para não permitir que o governo levasse um monstruoso alienígena para o nosso planeta. Mas, após 200 anos, em uma nave espacial, ela acorda e descobre que cientistas a ressuscitaram através da clonagem, conseguiram com sucesso retirar a rainha dos alienígenas de seu corpo. A intenção ter um exército de aliens que, acreditam eles, possam controlar. Durante este processo o DNA da tenente misturado com o da rainha e ela desenvolve algumas características alienígenas. Os pesquisadores começam a criar os aliens, mas estes logo escapam, provocando terror e morte. Como a nave está rumando para a Terra, eles precisam ser detidos o quanto antes, principalmente pelo fato da rainha ter tido uma nova ninhada, que poderá significar o fim dos humanos. Neste contexto, apenas a tenente e alguns contrabandistas, que se encontram na nave naquele momento, podem impedir esta tragédia.

20514644-jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx

3 estrelas
Gêneros: Ficção, Terror e Suspense.
Dirigido por Jean-Pierre Jeunet.
Protagonizado por Sigourney Weaver, Winona Ryder e Dan Hedaya.

Após o desastre do terceiro filme, eles tiveram que se redimir com uma quarta entrada na franquia Alien, e ainda poder contar com Sigourney Weaver no elenco é uma ótima coisa, mas o filme foi muito menos do que os fãs da franquia esperavam, e deixa muitas arestas abertas em relação ao roteiro que é um pouco confuso e fantasioso demais. Longe de mim dizer que é uma experiência tão ruim quanto o terceiro filme, mas ainda é uma entrada pouco inspirada na saga.

O filme se passa 200 anos depois da morte de Ripley, que aqui é clonada e trazida de volta a vida após ter um filhote de Alien tirado de seu peito. Após um acidente, vários Aliens são liberados na nave e cabe a Ripley e um pequeno grupo sobreviver aos violentos ataques da ameaça alienígena que está à espreita e está com fome.

Não é um roteiro novo, remetendo muito ao primeiro filme, mas sem a grandiosidade do clássico de Ridley Scott, mesmo contando com o talento inegável de Winona Ryder, uma grande adição ao elenco. A obra volta ao ritmo lento do primeiro filme também, e as semelhanças são muitas, quase como se eles estivesse com um completo lapso de falta de criatividade que fica nítido enquanto o roteiro se desenvolve. Mas o filme tem suas qualidades, eu admito, sendo a maior parte delas ao redor da atuação de Weaver, que é uma puta atriz que se entrega aos filmes da saga à décadas.

Resumindo, é um bom filme, completamente “assistível” e que conta com boas cenas de um Suspense que convence e que consegue agradar, mesmo com as suas várias limitações e vários furos de roteiro aqui e ali, mesmo assim se tornando uma experiência no geral positiva, com bons efeitos especiais, e que promete trazer um pouco de nostalgia aos fãs dos dois primeiros filmes da saga.

Se você gostou da postagem de aquele like, compartilhe, comente e se inscreva no blog pra ter a comodidade de receber novos posts no seu e-mail. Obrigado antecipadamente, e até mais.

Melhor Cena: A sala de experiências.
Anúncios