Sinopse: Também conhecido como Apocalipse, En Sabah Nur (Oscar Isaac) é o mutante original. Após milhares da anos, ele volta a vida disposto a garantir sua supremacia e acabar com a humanidade. Ele seleciona quatro Cavaleiros nas figuras de Magneto (Michael Fassbender), Psylocke (Olivia Munn), Anjo (Ben Hardy) e Tempestade (Alexandra Shipp). Do outro lado, o professor Charles Xavier (James McAvoy) conta com uma série de novos alunos, como Jean Grey (Sophie Turner), Ciclope (Tye Sheridan) e Noturno (Kodi Smit-McPhee), além de caras conhecidas como Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult) e Mercúrio (Evan Peters), para tentar impedir o vilão.
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Título Original: X-Men: Apocalypse
Classificação Indicativa: 14 anos
Gêneros: Ação e Aventura
Direção: Bryan Singer
Protagonistas: James McAvoy, Michael Fassbender e Jennifer Lawrence
Mais um ano se passa e mais um filme X-Men é lançado, dessa vez novamente focado nos mutantes antigos enfrentando o seu maior desafio até então: combater um ser ancestral mega-poderoso chamado Apocalipse, que voltou a vida pra disseminar o caos e o ódio com os humanos que corrompe pessoas de índole até então nada questionáveis como Tempestade (Alexandra Shipp) e Magneto (Michael Fassbender).
O filme tem uma narrativa bem mais obscura que a média dos filmes de Bryan Singer e até mesmo da Marvel em geral, com um tom dark que lembra em momentos até a DC Comics em abordagem, e isso é bom, porque a DC anda bem a frente nos filmes de super-heróis que a Marvel, dominando este concorrido mercado. Ver a evolução de personagens como Jean Grey (Sophie Turner) e Ciclope (Tye Sheridan) é muito satisfatório e é coisa nova na série. Nunca essa nova geração de mutantes foi tão dissecada e explorada como agora, e são o foco deste novo filme, com outras novas carismáticas caras como Mercurio (Evan Peters) continuando marcando presença.
A obra prima é empolgante e fascinante na escala absurdamente alta de seus efeitos especiais e fecha a trilogia com chave de ouro com Bryan Singer deixando saudades, mesmo com as misteriosas cenas pós créditos que deixam em dúvida se a saga realmente acabou. Resumindo tudo, a Marvel nos brinda com mais uma obra de valor inestimável e de proporções cinematográficas gigantes, que só poderão ser supridas com mais filmes dessa saga que melhora a cada ano (apesar deste ser um pouco inferior a X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014)) e que precisa ser continuada para permanecermos vendo a evolução dos jovens membros do X-Men.
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