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Título Original: From Russia With Love
Classificação Indicativa: 12 anos
Gêneros: Ação e Thriller
Direção: Terence Young
Protagonista: Sean Connery

Introdução

No segundo filme da franquia 007 vemos um nome comum nos dias de hoje. A organização Russa Spectre que coloca em risco a vida do mais adorado espião de todos, James Bond (Sean Connery), enquanto ele protege um amigo a mando do M (Bernard Lee), agora cabe a ele lutar contra a corporação e permanecer vivo nas hostis terras russas.

Opinião

Um dos melhores filmes de toda a franquia, Moscou Contra 007 estreia aquelas entradas cheias de estilo que estariam presentes em todos os filmes da saga daqui em diante. Sean Connery é um grande ator e sabe tirar proveito de suas habilidades para fazer uma performance cheia de frescor e inovação, sendo o primeiro ator a incorporar James Bond e fazendo escola com uma das melhores interpretações do personagem. O filme tem um clima bem rústico que me agrada, e é muito movimentado, com direito a tiroteios, incêndios e explosões, do jeito que nos merecemos. O desfecho dessa segunda entrada da série é um dos mais criativos e interessantes de toda a franquia e tem aquele mesmo tom de clímax do fim de 007 – Operação Skyfall (2011), o que é uma honra, já que se trata de o melhor filme de toda a série. A história é inventiva e cativante e a Bond Girl (Daniela Bianchi) da vez, casa perfeitamente com o saudoso James Bond de Connery. Um dos momentos mais divertidos do longa é quando Q (Desmond Llewelyn), logo no início do filme, mostra a Bond uma maleta cheia de traquitanas que vem a ser útil para a sua jornada. Gostar ou não dos filmes do 007 é muito relativo, porque existem pessoas que simplesmente não conseguem conciliar os excessos dos filmes dessa saga, mas ela é modesta apesar de sua grandiosidade e tem uma abordagem bem popular e que atrai o as massas, então é lutar em um jogo ganho. É a mesma coisa que dizer que WWE é mentira, boo-fucking-hoo, todo mundo sabe, não é novidade. Ou ama ou odeia. Essa síntese que polariza opiniões é a essência do que é uma das mais rentáveis e famosas franquias da história, e eu acho que ela não deve mudar nunca. Humanizar mais o James Bond como Daniel Craig fez já foi mais do que suficiente e eu respeito essa incrível franquia do fundo do meu coração.

Conclusão

Um ótimo filme de Ação, sem dúvidas, nos pega de surpresa por ser colorido em pleno 1963 e com um baixo orçamento, e faz milagres com apenas isso. Milagres estes que recebem reconhecimento até hoje em um dos melhores filmes de toda a franquia, que é cinema essencial para todos os fãs do bom e velho James Bond ou um ótimo filme de introdução à saga para aqueles que tem interesse em filmes de Ação, especialmente do sub-gênero Espionagem.
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