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O mesmo James Bond, uma trama novinha em folha.

Sam Mendes está de volta com mais um filme do agente secreto mais querido do mundo, James Bond. Neste filme, o espião que é interpretado mais uma vez pelo sensacional Daniel Craig está em busca sem a ajuda do M (Ralph Fiennes) da organização secreta Spectre, que já aparece desde o primeiro filme da saga, 007 Contra o Satânico Dr. No (1963), comandada aqui pelo excelente personagem do mestre e queridinho do Oscar – com seu talento tendo sido descobrido por ninguém menos que Quentin Tarantino – Cristoph Waltz, Franz Obehauser, que coloca em perigo a central do Serviço Secreto Britânico. Ele faz de tudo pra acabar com a raça de Bond, mas é lógico que o bem sempre vence. Após os trágicos eventos do último filme, o melhor da série, Silva (Javier Bardem) está morto e James Bond se vê mais uma vez em uma enrascada organizada por seus inimigos de longa data, que agiam por debaixo dos panos até então. Obehauser é um homem perigoso e com poder imensurável, que faz da vida de Bond um inferno até captura-lo, jogando ele contra o próprio Serviço Secreto Britânico, para que ele deixe de ter suporte e fique sozinho nessa merda. O novato agente Q (Ben Whishaw) é seu único auxílio e Bond usa dele para ter um pouquinho de ajuda na captura ou morte de Obehauser, um terrorista sádico e que quer vingança pela morte de seus comparsas nos filmes anteriores. O resultado disso tudo é muito tiroteio, um vilão que cativa, um roteiro afiado e bem aperfeiçoado para que tudo se encaixe perfeitamente, além de cenas de adrenalina pura e as perseguições típicas dos melhores filmes do Bond nas áureas épocas de Roger Moore e Timothy Dalton, dando um tom vintage a esse futuro clássico moderno que marcou época. O que mais eu posso dizer? Assistam.

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