Higher

7

  1. “Lie”
  2. “Illusion”
  3. “Keep Me High”
  4. “Climb the Hill”
  5. “Like the Wind”
  6. “Break the Wall”
  7. “Time to Change”
  8. “Make It Worth”
  9. “The Sign”

“Lie” começa o disco de forma agressiva e impetuosa, com um show na guitarra de Gustavo Scaranelo, um forte apelo progressivo, letra bem escrita e uma pegada firme de Thrash Metal em mistura a progressividade, que também vem acompanhada de uma forte performance vocal. “Keep Me High” beira o Thrash Metal novamente, com ótimos riffs e muito peso, lembrando por vezes o Symphony X nos primeiros discos, com o Progressive Metal sendo o estilo predominante. O refrão cativa e é gostoso de ouvir. “Climb the Hill” é uma música fraca e com pouco a oferecer, talvez por ser simplista demais em comparação as outras, mas tem alguns riffs maneiros e novamente Scaranelo é destaque em uma faixa. “Like the Wind” é poderosa e gritada, com o ápice em um solo de baixo maroto que agrada fácil e deixa os outros instrumentistas mostrarem à que vieram. A letra é excelente e a performance vocal lembra um pouco Tiago Bianchi em seus bons tempos. “Break the Wall” lembra muito Iced Earth em sua era de ouro, com Matt Barlow, tamanho o carisma no vocal do frontman do Higher, que mostra comprometimento com a certeira abordagem de Power Metal grandioso. É a melhor faixa do disco apesar da dicção no início incomodar um pouco. Mas essa é a única vez que isso acontece no álbum. “Make It Worth” é a pior faixa do disco. Ela parece mostrar esforço da parte da banda mas não chega a lugar nenhum e é um tanto repetitiva, mas não é um bicho de sete cabeças. “The Sign” fecha o disco com chave de ouro em outra música similar ao trabalho do Iced Earth mas com identidade e um ar de superioridade dentro do cenário de Progressive Power Metal nacional. É uma ótima faixa.

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