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Em ritmo mais lento e com uma trama menos interessante, o terceiro filme da série é tedioso e não se parece em nada com os primórdios da saga que fizeram dela um estrondoso sucesso. Tris, Quatro e seus amigos se aventuram fora da Chicago distópica em uma terra sem leis dominada por um tirano que se faz de bonzinho chamado David, que rouba crianças de fora de sua cidade e faz lavagem cerebral nelas para que elas sejam soldados ou escravos enquanto revela que tudo o que acontece em Chicago é um experimento feito por eles para estudar o comportamento humano, e com uma guerra eminente entre Leais (antiga Amizade) e os sem facção, que agora tomaram conta de Chicago, Quatro, sem a ajuda de Tris que está deslumbrada pela possibilidade de criar novos Divergentes puros como ela, tenta retornar a sua cidade pra instaurar a paz novamente enquanto sua mãe se torna uma versão pior de Jeanine liderando os sem facção tenta botar tudo a perder depois do grande progresso feito por Tris, real herdeira do império como nova líder da abnegação. O roteiro tem muitas camadas mas elas são desfeitas de forma pouco ortodoxa e evidenciam os erros da falha direção deste longa que nem o deslumbre visual do filme anterior possui, que contava com efeitos incríveis e cenas de tirar o fôlego. Toda franquia da atualidade está fadada a sofrer uma queda na qualidade, mas a queda aqui é brusca demais para ser ignorada e as expectativas para o último filme se tornam tão baixas quanto elas podem ser.
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