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Ouija – O Jogo dos Espíritos conta a história de um grupo de amigos lidando com um aparente suicídio da menina mais popular do grupinho. Na verdade, como vemos no início do filme, ela foi possuída por um espirito após brincar com um tabuleiro de Ouija e ser forçada a se enforcar com luzes de natal no lustre do hall da casa. Curiosos e querendo entrar em contato com ela, eles também brincam e acabam liberando o espírito de uma entidade chamada Mãe, que fará um a um se suicidar no decorrer do filme, até que a protagonista vê que não adianta correr e dar um fim nisso. O filme é aterrador, com mortes bem elaboradas e muito realistas, de forma que todas pareçam acidentes ou suicídios. É notável a forma com que os eventos são dispostos no longa, de forma perpendicular mas ainda sim relacionados, chegando à um final assustador onde finalmente os sobreviventes enfrentam Mãe. O filme poderia ser melhor se explicasse com mais clareza a origem do tabuleiro de Ouija e fosse mais atento aos detalhes que poderiam fazer a diferença, mas ainda é um bom filme, com uma proposta interessante, boas atuações, uma direção de arte respeitável, bons sustos e uma edição primorosa, mas que peca e nos deixa com dúvidas de até quando a qualidade do filme é real ou se ele é só mais uma produção apelativa e superficial com bons sustos. Fica a seu critério julgar, assista e comprove. Eu, por hora, gostei bastante.
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