BEAUTY AND THE BEAST

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Sinopse

Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela (Emma Watson) tem o pai capturado pela Fera (Dan Stevens) e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade dele. No castelo, ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é, na verdade, um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.

Crítica

O que foi isso? Eu cresci vendo A Bela e a Fera com a minha mãe em desenho e nunca imaginei que um dia o filme seria superado por uma versão live action. A Disney caprichou no maior blockbuster da década e tudo é lindo, incrível e emocionante. Muitos filmes quando passam para uma versão live action perdem o seu encantando mas A Bela e a Fera é tão bem produzido, bem cantado e bem dirigido que trouxe lagrimas aos meus olhos, tanto por nostalgia quanto pela qualidade inquestionável do filme que eu estava assistindo. A beleza da história deste clássico da Disney todo mundo já deve conhecer, mas feito com essa grandiosidade e um orçamento eu nem diria gordo, obeso, é novidade, não é atoa que o filme vem quebrando Records mundiais nos cinemas, e tende a passar Avatar no Box Office um dia. Eu nunca vi uma adaptação tão bela e emocionante como essa e ainda estou embasbacado com o que eu acabei de ver. O filme conta a história de uma plebeia que acaba no castelo de uma agressiva e mal humorada besta com chifres que de início a assusta, mas com o tempo vai crescendo uma paixão indomável entre os dois que vai liberar a Fera de uma maldição que foi lançada muito tempo atrás, quando ele desrespeitava as pessoas que não fossem consideradas bonitas. A história é contada em ritmo tocante e cativa com personagens agradabilíssimos, uma trilha sonora estrondosa, que conta com mais músicas que o filme original, e uma interpretação espetacular de Emma Watson como Bela que encanta e faz qualquer um com um pingo de sensibilidade se emocionar e ficar pasmo com a profundidade do roteiro e a magia que o filme traz. Temos uma Bela mais madura, uma Fera mais doce e até uma insinuação de que exista um casal gay, coisa que quase impediu o filme de ser lançado nos Estados Unidos e na Rússia. Uma bobagem que reflete o preconceito que se mantem nos dias de hoje e está mais do que ultrapassado. Continuando com o filme, é provavelmente o filme de Romance mais bonito que eu já vi, e o único que me fez chorar até hoje, e eu fico chocado que algumas pessoas não tenham gostado dessa perfeita adaptação. É a maior obra prima da história da Disney e ecoará pelos tempos como um dos filmes mais influentes já feitos e favorito da garotada que não perdoa, faz os pais irem ao cinema duas mil vezes assistir novamente o mesmo filme. Felizmente ele não é enjoativo, e como a Disney vem fazendo nos últimos tempos, é atrativo para o público adulto também por não ser trivial ou infantil. Do contrário, é dramático e cheio de ternura, além de render boas risadas e conter algumas poucas piadas de duplo sentido. A canção renovada é brilhantemente cantada pela artista americana Ariana Grande e serve como uma luva para o propósito do filme, que é te fazer baixar as guardas, relaxar e deixar-se levar pelo universo mágico criado pela Disney. Não tem como se decepcionar em sã consciência por essa obra prima e eu espero que ela não seja deixada de lado no Oscar de 2018, pois seria uma pena ver um filme tão bom ser menosprezado por um júri de críticos almofadinhas. Paz e tchau.

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