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Filmes

Filme: Capitão América: Guerra Civil (2016)

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Captain America: Civil War

9

Sinopse

Quando o governo cria um órgão para supervisionar os Vingadores, o super time de heróis se divide em dois. Um liderado por Steve Rogers e seu desejo em manter os Vingadores livres para defender a humanidade sem interferência do governo, e o outro que segue a surpreendente decisão de Tony Stark em apoiar o governo na fiscalização de seus atos.

Crítica

Um dos melhores e mais bem realizados e escritos filmes da Marvel até hoje, Capitão América: Guerra Civil segue os acontecimentos de Vingadores: Era de Ultron e tem uma história pouco linear, que se divide entre o governo culpando os Vingadores pela destruição que eles causaram e todas as mortes que carregam em suas costas até hoje e tentam criar um órgão governamental liderado pelo próprio Homem de Ferro para impedir que o Soldado Invernal cause mais destruição após um atentado terrorista onde ele foi colocado de laranja e é protegido pela outra metade de heróis que acreditam na sua versão da história e querem salvar sua vida a todo custo. Mesmo que seja declarando guerra aos comparsas de Tony Stark. O que me incomoda um pouco é como Tony Stark, o Homem de Ferro, está dominando o Universo Marvel e semi-protagonizando filmes de outros heróis bem mais legais como o próprio Capitão América e o novo Homem-Aranha. É uma globalização de personagem que é mal vista por mim e por muitos dos fãs da Marvel, que acompanham cegamente os filmes dessa equipe tão carismática e polêmica. As conexões entre Wolverine e Deadpool são mais sutis, e falta essa sutilidade dos executivos da Marvel para que eles introduzam um personagem tão peculiar e divisor de águas em tantos filmes de suma importância para a empresa. Mas voltando a falar do filme em si, ele é quase perfeito, especialmente nas cenas onde nosso querido Spider-Man dá as caras com seu humor jocoso e velocidade incrível nas acrobacias, ou quando o Homem Formiga usa seus poderes pra ficar o oposto do que se propõe em seu nome e lembra a cena de Shrek 2 onde eles constroem um biscoito gigante. Todo esse humor aliado ao peso da morte de figuras políticas influentes como o Rei de um emergente país africano e a criadora do S.H.I.E.L.D., organização que apoia os vingadores desde o primeiro filme moderno sobre os mesmos, temos um balanço temático ideal para que o filme seja satisfatório em ambos os âmbitos: cômico e dramático. O resultado final é uma obra prima, que fez e continua fazendo história, sendo um dos filmes de maior sucesso crítico e o de maior sucesso público do ano de 2016 e como sempre, sendo cruelmente ignorado no Academy Awards desse ano que preferiu seguir uma linha mais Indie e premiou os queridinhos dos críticos como La La Land e Moonlight, filmes exponencialmente inferiores à este.

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